quinta-feira, 2 de julho de 2015

Atividade com música

 
 
Atividade com carimbo das mãos. Mais uma atividade da net.
Mini  Grupo II
 
 
 
 
 
 
 
Imagem da net


Atividade BII


 

Festa Junina

 

Projeto Festa Junina

BERÇARIO II

JUSTIFICATIVA:

Este projeto visa proporcionar a socialização e integração da comunidade escolar e a valorização de aspectos culturais e sociais como diferentes costumes entre povos, proporcionando a criança o conhecimento de datas comemorativas como a festa junina, conhecendo o uso e costumes de diversos povos do interior e nordeste.

OBJETIVOS :

Desenvolver a coordenação motora, raciocínio e expressão corporal.

Desenvolver a criatividade.

Desenvolver autonomia

Desenvolver a linguagem oral e visual

Estimular o gosto pela musica

Valorizar e interagi r com o meio ambiente escolar

METODOLOGIA:

Roda de conversa e música sobre o tema

Musicas típicas de forró

Pintura com giz de lousa com diversas técnicas e materiais

Pintura com guache, cola colorida

Confecção de bandeiras e balões

Confecção de convites

Recortes e colagem de revistas

MATERIAIS:

Diversos de acordo com a necessidade a ser trabalhada

 Colagem com crepom


 
 Carimbo com as mãos; Fogueira de São João.
 
 

Painel Festa Junina

Coletivo



 
 Nossa Festa foi Bão de mais



 







 
 
 
Lembrancinha dos Berçários II A/B e C/D
 
 
 

Trabalhando com trava línguas -


'Olha o sapo dentro do saco

O saco com o sapo dentro,

O sapo batendo papo

E o papo soltando o vento.'

 
Tirei atividade da internet, blog:pragentemiuda

Painel: Cada criança faz seu sapo em papel, colorido ou pintado com tinta. Depois é só colocar cada sapo em seu saquinho e montar um painel com o trava línguas.

A Música na Educação Infantil


 
 Psicopedagogia
 
 Professor: Isaac Vitório Correia Disciplina: Aspectos da Infância no Brasil
 
Maria Elizabete R. S. Schurnovski
5/5/2012
 



 

 

O ensino de música, é fundamental para desenvolver a criatividade infantil, tornou-se novamente obrigatório nas escolas. Sancionada no dia 18 de agosto de 2008 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a lei nº 11.769 passou a valer para o ensino fundamental e médio de todas as escolas brasileiras, que têm, a partir de então, 3 anos para adaptar seu currículo na área de artes. Essa lei altera a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) que determina o aprendizado de arte, mas não especifica o conteúdo.

Desde que o homem associou à sua voz o som de objetos, desenvolveu uma forma de linguagem: a música. A linguagem musical percorreu caminhos semelhantes às fases que as crianças experimentam junto aos sons. Inicialmente, a identificação e imitação dos sons da natureza (animais, vento, água etc.) e do cotidiano (automóveis, brinquedos, telefone, campainha etc.); depois, a construção dos primeiros instrumentos musicais, seguindo-se os registros (escrita musical) e a descoberta de vários ritmos e estilos musicais. (SITE: Projetos Pedagógicos Dinâmicos)

A música representa uma importante fonte de estímulos, equilíbrio e felicidade para a criança. Assim, na Educação Infantil os fatos musicais devem induzir ações, comportamentos motores e gestuais (ritmos marcados caminhando, batidos com as mãos, e até mesmo falados), inseparáveis da educação perceptiva propriamente dita.

É importante trabalhar a música para deixar fluir, a imaginação, a intuição e a sensibilidades das crianças, pois, só assim lhes será oferecida a possibilidade de diversidade de pensamentos linguagem. Desse modo a linguagem musical chega a ser um conhecimento que se constrói e possui estruturas e características próprias como a produção e a apreciação.

A música é importante na vida de todos, pois ela expressa sentimentos, vontades, culturas. Ela pode se transformar num ótimo objeto de ensino-aprendizagem, pois as crianças conseguem se expressar com facilidade através da música, que é tida como a primeira manifestação artística vivenciada pelo homem.

“O processo musical ainda continua lento nas escolas, que a linguagem musical centra-se nas datas comemorativas e no convívio da rotina e não em atividades de experimentar, improvisar, conhecer esse universo de sons, para contribuir com a aprendizagem das crianças”. (Teca Alencar de Brito 2004),

As atividades musicais realizadas na escola não visam a formação de músicos, e sim, através da vivência e compreensão da linguagem musical, propiciar a abertura de canais sensoriais, facilitando a expressão de emoções, ampliando a cultura geral e contribuindo para a formação integral do ser.

A esse respeito Katsch e Merle-Fishman apud Bréscia (2003, p.60) afirmam que “[...] a música pode melhorar o desempenho e a concentração, além de ter um impacto positivo na aprendizagem de matemática, leitura e outras habilidades lingüísticas nas crianças”.

 

De acordo com pesquisas citadas por Brito (1999), a música é considerada uma das formas mais enriquecedoras de se trabalhar com a criança, uma vez que desenvolve inúmeros aspectos que contribuem para desenvolver o raciocínio, em especial as questões reflexivas. Na infância, a música representa papel de extrema importância, desenvolvendo um trabalho no qual a percepção musical é estimulada pela audição e interação com diversos tipos de canções.

Ligar a música e o movimento, utilizando a dança ou a expressão corporal, pode contribuir para que algumas crianças, em situação difícil na escola, possam se adaptar (inibição psicomotora, debilidade psicomotora, instabilidade psicomotora, etc.). Por isso é tão importante a escola se tornar um ambiente alegre, favorável ao desenvolvimento.

 

As atividades musicais na escola podem ter objetivos profiláticos, nos seguintes aspectos, Gainza (1988):

Físico: oferecendo atividades capazes de promover o alívio de tensões devidas à instabilidade emocional e fadiga;

Psíquico: promovendo processos de expressão, comunicação e descarga emocional através do estímulo musical e sonoro;

Mental: proporcionando situações que possam contribuir para estimular e desenvolver o sentido da ordem, harmonia, organização e compreensão.

As atividades com música permitem que a criança conheça melhor a si mesma, desenvolva sua noção de esquema corporal e também permitem a comunicação com o outro. Weigel (1988), Pasini (2006) e Barreto (2000) afirmam que estas atividades podem contribuir de maneira indelével como reforço no desenvolvimento cognitivo, psicomotor e sócio-afetivo da criança, da forma descrita a seguir:

a. Desenvolvimento Cognitivo: a fonte de conhecimento da criança são as situações que ela tem oportunidade de experimentar em seu dia-a-dia. Dessa forma, quanto maior a riqueza de estímulos que ela receber melhor será seu desenvolvimento intelectual. Nesse sentido, as experiências rítmico-musicais, que permitem uma participação ativa (vendo, ouvindo, tocando) favorecem o desenvolvimento dos sentidos das crianças. Ao trabalhar com os sons ela desenvolve sua acuidade auditiva.

b. Desenvolvimento Psicomotor: as atividades musicais oferecem inúmeras oportunidades para que a criança aprimore sua habilidade motora, aprenda a controlar seus músculos e mova-se com desenvoltura. O ritmo tem um papel importante na formação e equilíbrio do sistema nervoso. Isto porque toda expressão musical ativa age sobre a mente, favorecendo a descarga emocional, a reação motora e aliviando as tensões.

As atividades como cantar fazendo gestos, dançar, bater palmas, bater pés, são experiências importantes para a criança, pois elas permitem que se desenvolva o senso rítmico, a coordenação motora, fatores imprescindíveis também para o processo de aquisição da leitura e da escrita.

c. Desenvolvimento sócio-afetivo: A criança aos poucos vai formando sua identidade, percebendo-se diferente dos outros e ao mesmo tempo buscando integrar-se no contexto em que vive. Nesse processo a auto-estima e a auto-realização desempenham um papel relevante. As atividades musicais coletivas, por exemplo, favorecem o desenvolvimento da socialização, estimulando a compreensão, a participação e a cooperação. Ao expressar-se musicalmente em atividades que lhe dêem prazer, ela demonstra seus sentimentos, libera suas emoções, desenvolvendo um sentimento de segurança e auto-realização.

 

«A música é adorável porque nos faz bem, ajuda-nos, oferece-nos algo especial que todos necessitamos: O bebé para de chorar e sorri quando se lhe canta; as crianças, os jovens e os adultos recorrem à música para dormirem, para estudar, para acordar, para trabalhar, para se entreter, relaxar...».( Violeta H. de Gainza  2001:8)

O relaxamento propiciado pela atividade de cantar também contribui com a aprendizagem. “O relaxamento depende da concentração e por isso só já possui um grande alcance na educação de crianças dispersivas, na reeducação de crianças ditas hiperativas e na terapia de pessoas ansiosas ”. Comenta ainda que crianças com problemas de adaptação geralmente apresentam respiração curta e pela boca, o que dificulta a atenção concentrada, já que esta depende do controle respiratório. Barreto (2000, p. 109)

A música é um veículo expressivo para o alívio da tensão emocional, superando dificuldades de fala e de linguagem. Assim como as atividades de musicalização a prática do canto também traz benefícios para a aprendizagem, por isso deveria ser mais explorada na escola. Bréscia (2003) afirma que cantar pode ser um excelente companheiro de aprendizagem, contribui com a socialização, na aprendizagem de conceitos e descoberta do mundo. Tanto no ensino das matérias quanto nos recreios cantar pode ser um veículo de compreensão, memorização ou expressão das emoções.

A música tem o poder de estimular prazerosamente a criança, principalmente quando desenvolvida de maneira lúdica, estimulando as mais diversas emoções. Uma pratica que abra caminhos a um fazer criativo, que propicie a construção de conceitos significativos através do reconhecimento, exploração e utilização de sons e ritmos do repertório natural e cultural, bem como a criação de diversos outros, por meio de jogos e atividades afins (Matos, 1998, p. 5).

A música precisa ser oferecida como brincadeira, porque exige que se pare para ouvir, o que desenvolve a disciplina, a atenção e o raciocínio. A educação pelo lúdico leva a uma aprendizagem espontânea, a um maior interesse e ao aumento da autoconfiança. É brincando que a ela convive com os medos, as raivas, ansiedades e estabelece o equilíbrio entre o mundo externo e interno desenvolvendo assim sua personalidade.

Brincando, a criança   aprende. Toda e qualquer    brincadeira cantada, deve ser entendida como um complemento à educação, a ludicidade ao desenvolvimento rítmico, musical e gestual.

Cauduro (1989, p.14) diz que:

“A implantação de novas estratégias lúdico-musicais e suas múltiplas facetas como o canto, os folguedos cantados, o movimento ritmado e expressivo, a percussão corporal e instrumental, a improvisação e declamação ritmada, contribuem no desenvolvimento ensino-aprendizagem, por ser nesta etapa da vida escolar que suas percepções, sua atenção e sua memória estão mais receptivas a todo tipo de estímulo e informação”.


Portanto, as atividades lúdicas são uma parte necessária das experiências de crescimento da criança; são maneiras de liberar energia e dar oportunidade a criança de planejar, organizar e produzir, oferecendo-lhe também lições de valor, que ela aprende a lidar com outras crianças de sua idade.  Nesse sentido faz-se necessária a sensibilização dos educadores para despertar a conscientização quanto às possibilidades da música para favorecer o bem-estar e o crescimento do saber dos alunos, pois ela fala diretamente ao corpo, à mente e às emoções.

 

 

Conclusão
 

Foi possível descobrir o quanto à música pode servir como instrumento indispensável tanto na aprendizagem, nas relações sociais, no desenvolvimento e na vida das crianças. Através da música e a implementação do lúdico como caráter recreativo deve cada vez mais se fazer presente em todas as escolas. A presença de momentos lúdico-musicais na vida escolar leva a criança a grandes descobertas, a autossuficiência, à expressividade, além de ser um poderoso meio de integração social.

 

 
REFERÊNCIAS

 

 BARRETO, Sidirley de Jesus. Psicomotricidade: educação e reeducação. 2. ed. Blumenau: Acadêmica, 2000.

BRÉSCIA, Vera Lúcia Pessagno. Educação Musical: bases psicológicas e ação preventiva. São Paulo: Átomo, 2003.

BRITO, Teca Alencar de. Música na Educação Infantil. (Propostas para a formação integral da criança). Ed. Peirópolis, 2004

CAUDURO, V. R. P, Iniciação musical na idade pré-escolar. Porto Alegre.Sagra. 1989.

GAINZA, Violeta Hemsy de. Estudos de Psicopedagogia Musical. 3. ed. São Paulo: Summus, 1988.

MATOS, S (org.) Cantando, Brincando, Sonhando. Piracicaba. Eletrônico-1998

 PARISI, M. (2006). Música e Educação: Um Casamento que dá Certo.

 SITE, INTERNET. (Projetos Pedagógicos Dinâmicos)

WEIGEL, A. M. G. (1988). Brincando de Música.: Experiências com Sons, Ritmos, Música e Movimentos na Pré-Escola. Porto Alegre: Kuarup.

Artigo: Pais Ausentes


Pais Ausentes
( Elizabeth Schurnovski)

 

É preciso pensarmos que o tempo que passamos com nossos filhos, mesmo que pouco, deve ser produtivo e deixar marcas de nossa educação. Corremos o risco de formarmos uma geração alienada em tecnologia ao passo que deve ser pensado na educação voltada para valores éticos, morais, valores que há tempo a sociedade vem deixando de lado.   Em virtude da carga horária dedicada ao trabalho, deixamos a convivência educacional aos cuidados da escola.
Esta necessidade familiar gerou um sentimento de culpa nos pais, que, para compensar tais circunstâncias, acabam sendo permissivos em demasia com os seus filhos, impedindo, por conseguinte, momentos de se educar e proporcionar os valores que devem ser seguidos; derivados dos próprios valores existentes nos pais e na constituição da personalidade da criança. Contudo, abre-se nova polêmica neste rastro de educação sem limites, ao lembrarmos que muitos pais com filhos hoje adolescentes e outros adultos vêm de uma geração na qual pregou por muitos anos a ideia de que a liberdade total era a melhor saída, contrapondo à ideia de repressão sócio histórica vivida por eles em sua juventude, o que acarretou em juízo de valores distorcido, vindo de um radicalismo social para outro, sem fazer "escola" desta forma de se educar. Não houve ponderação e consequentemente faltou um plano mediano que fosse sendo ajustado à medida que as demandas surgissem. Simplesmente foi-se estabelecendo este modelo de educação até o momento em que se evidenciaram os desastrosos resultado
Hoje, essa expressão ganhou destaque, principalmente, porque muitas escolas e muitos profissionais passaram a creditar o comportamento indisciplinado, ou desinteressado dos estudos, de crianças e adolescentes ao que eles chamam de pais ausentes. Traduzindo: pais ausentes, na concepção quase geral hoje em dia, são os pais que trabalham, e bastante, fora de casa e, por isso, quase não têm tempo para estar com os filhos, acompanhar o desenvolvimento deles, orientá-los sempre que for preciso, ensinar valores morais e de convívio etc.

Relações Pais e Filhos
As   relações familiares e o carinho dos pais exercem grande influência sobre a evolução dos filhos, em que a inteligência não se desenvolve sem a afetividade. (Segundo Almeida, 1999, p.50).
Isso mostra que estar presente na vida dos filhos é muito importante: sentar com eles; contar uma história; contar as vitórias e as derrotas da vida; deixar que eles façam parte do seu mundo. É muito importante também que os pais brinquem com seus filhos: role no tapete, jogue bola e participe do seu dia – a – dia, essa afetividade pode trazer grandes benefícios para a aprendizagem escolar da criança.
 Mas sempre há os que resistem. Os que delegam toda a responsabilidade aos professores são os que trazem mais problemas. Costumam não aceitar críticas e apoiam os filhos em atitudes indisciplinadas. São os que pedem que não sejam aplicadas provas às segundas-feiras para viajar no fim de semana ou sugerem que se enforquem feriados para que seus filhos não corram o risco de perder matéria. Se o pai faz esse tipo de reclamação, a escola se enfraquece e o jovem sem limites se fortalece.

Falta de Limites

Alguns pais não têm noção do mal que causam aos seus filhos quando não estabelecem limites para eles, atendendo todos os seus desejos sem questioná-los, crianças que não sabem controlar suas vontades, provavelmente não saberão lidar com problemas corriqueiros do seu dia-a-dia. Segundo Içami Tiba (195, p. 43) Quando falha o grande controlador, que é a família, representada na figura dos pais, os abusos começam a acontecer. E, quando um abuso é bem sucedido, ele se estende para social, na delinquência. Quando a família deixa o filho fazer sempre suas vontades, este com certeza criará problemas futuros., essa forma de educar os filhos, baseado no amor incondicional sem estabelecer as devidas restrições, dizendo com firmeza não e sim na hora certa, com explicações moderadas e objetivas estão levando as crianças a se tornarem jovens automaticamente dependentes, sem autocontrole e inseguros, incapazes de solucionar problemas que surgem na dinâmica de sua própria vida, sem perspectiva de uma vida futura progressiva, sem realizações enriquecedoras e positivas

Os Porquês da Ausência
Muitas são as razões da ausência dos pais na vida escolar dos filhos. Deve-se lembrar que, nos dias de hoje, o pai está AUSENTE não somente por condições de morte ou separação. Em muitas famílias, temos pais que, mesmo vivos e casados, se encontram ausentes, não participando da vida familiar, em virtude da carga horária dedicada ao trabalho, deixando a convivência educacional aos cuidados da escola, desde os primeiros momentos, nas creches e nas instituições educacionais, do governo ou particulares.

Existem pais que ficam 24 horas perto dos filhos e ainda conseguem ser ausentes, não possuem menor tato com as crianças, externando assim a falta de preparo emocional, intelectual e de outras ordens afim.

Conclusão


Estar presente é muito mais que uma conversa rara com os professores. Na verdade, a presença na vida escolar começa em casa através de conversas informais sobre a importância dos estudos, o acompanhamento nas tarefas de casa, o incentivo à leitura com muito amor e diálogo mesclados com o lúdico que toda a criança adora.

"Um pai ou uma mãe que engole os próprios princípios e se cala a cada malcriação dá um atestado de que não se respeita, e os filhos entendem isso como um sinal para que não o respeitem também." (Içami Tiba, 2003).

O presente mais valioso que os pais podem dar aos filhos é este: uma presença humanizadora, firme, afetiva e efetiva, constante, orientadora, que é o que permite aos filhos que reconheçam seu mundo interior e identifiquem os limites e o potencial do mundo exterior. Assim, eles aprendem a se situar na configuração social em que vão viver e conviver: a partir da família.
 Mas será que uma mãe, por exemplo, que não tem um emprego, que não tem carreira ou vida profissional é, necessariamente, uma mãe presente? E um pai que trabalha mais de dez horas diárias? Ele não pode de modo nenhum ser um pai presente? Fica a duvida !

PLANO DE AULA BERÇÁRIO I


PLANO DE AULA BERÇÁRIO I

1-ATIVIDADE: Brincadeiras Motoras.

OBJETIVOS: Fortalecer os músculos.

Desenvolver a coordenação motora.

 

Estratégia/Metodologia:

Deitar de costas e colocar o bebê sobre a barriga levantar a criança no ar, segurando pelo tronco e aproximando do rosto.  Realizar exercícios motores com o grupo, uma criança por vez, falar com a criança nesse momento tornando a atividade prazerosa.

  Recursos:  humanos

  Avaliação:  Será através da observação. Se alguma criança não conseguir realizar determinada proposta,

 

2-Atividade : Andar sobre  bola

Objetivos: Inserir atividades físicas regulares na rotina das crianças.

Desenvolver habilidades corporais variadas

 

Estratégia/Metodologia:

Enfileirar bolas e auxiliar as crianças a passar os pés por cima delas - primeiro o direito, depois do esquerdo e assim por diante.

Recursos:  humanos e bolas.

  Avaliação:  Será através da observação. Se alguma criança não conseguir realizar determinada proposta.

 

3-Vamos cantar?

Objetivos: Estimular o contato com a música.

Desenvolver a percepção auditiva

Estratégia/Metodologia:

Além de estimular o ouvir, mostre à criança como acompanhar o som – batendo palmas, por exemplo, ou até mesmo cantando.

Recurso: Aparelho de som e CDs variados.

  Avaliação:  Será através da observação. Se alguma criança não conseguir realizar determinada proposta.