Assim somos... Pequenos diante de Deus e grandes nos sonhos. Sonhamos com uma Educação melhor para nossos filhos, um futuro onde a violência não nos prenda em casa. Enfim, um futuro menos maçante. Criei este blog como meio de expressão , onde postarei alguns de meus trabalhos na Educação Infantil, e diga-se de passagem Amo muito tudo isso ! Também alguns trabalhos de artesanatos que gosto muito... Bem vindos ! (Elizabeth Schurnovski)
sexta-feira, 3 de julho de 2015
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Atividade com música
Atividade com carimbo das mãos. Mais uma atividade da net.
Mini Grupo II
Imagem da net
Atividade BII
Festa Junina
Projeto Festa Junina
BERÇARIO II
JUSTIFICATIVA:
Este projeto visa proporcionar a socialização e integração
da comunidade escolar e a valorização de aspectos culturais e sociais como
diferentes costumes entre povos, proporcionando a criança o
conhecimento de datas comemorativas como a festa junina, conhecendo o uso e
costumes de diversos povos do interior e nordeste.
OBJETIVOS
:
Desenvolver a coordenação motora, raciocínio e expressão
corporal.
Desenvolver a criatividade.
Desenvolver autonomia
Desenvolver a linguagem oral e visual
Estimular o gosto pela musica
Valorizar e interagi r com o meio ambiente escolar
METODOLOGIA:
Roda de conversa e música sobre o tema
Musicas típicas de forró
Pintura com giz de lousa com diversas técnicas e materiais
Pintura com guache, cola colorida
Confecção de bandeiras e balões
Confecção de convites
Recortes e colagem de revistas
MATERIAIS:
Diversos de acordo com a necessidade a ser trabalhada
Colagem com crepom
Carimbo com as mãos; Fogueira de São João.
Painel Festa Junina
Coletivo
Trabalhando com trava línguas -
'Olha o sapo dentro do saco
O saco com o sapo dentro,
O sapo batendo papo
E o papo soltando o vento.'
Tirei atividade da internet, blog:pragentemiuda
Painel: Cada criança faz seu sapo em papel,
colorido ou pintado com tinta. Depois é só colocar cada sapo em seu saquinho e montar
um painel com o trava línguas.
A Música na Educação Infantil
Psicopedagogia
|
Professor:
Isaac Vitório Correia Disciplina: Aspectos da Infância no Brasil
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Maria Elizabete R. S. Schurnovski
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5/5/2012
|
O
ensino de música, é fundamental para desenvolver a criatividade infantil,
tornou-se novamente obrigatório nas escolas. Sancionada no dia 18 de agosto de
2008 pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a lei nº 11.769 passou a valer
para o ensino fundamental e médio de todas as escolas brasileiras, que têm, a
partir de então, 3 anos para adaptar seu currículo na área de artes. Essa lei
altera a LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação) que determina o
aprendizado de arte, mas não especifica o conteúdo.
Desde
que o homem associou à sua voz o som de objetos, desenvolveu uma forma de
linguagem: a música. A linguagem musical percorreu caminhos semelhantes às
fases que as crianças experimentam junto aos sons. Inicialmente, a
identificação e imitação dos sons da natureza (animais, vento, água etc.) e do
cotidiano (automóveis, brinquedos, telefone, campainha etc.); depois, a
construção dos primeiros instrumentos musicais, seguindo-se os registros
(escrita musical) e a descoberta de vários ritmos e estilos musicais. (SITE:
Projetos Pedagógicos Dinâmicos)
A
música representa uma importante fonte de estímulos, equilíbrio e felicidade
para a criança. Assim, na Educação Infantil os fatos musicais devem induzir
ações, comportamentos motores e gestuais (ritmos marcados caminhando, batidos
com as mãos, e até mesmo falados), inseparáveis da educação perceptiva
propriamente dita.
É
importante trabalhar a música para deixar fluir, a imaginação, a intuição e a
sensibilidades das crianças, pois, só assim lhes será oferecida a possibilidade
de diversidade de pensamentos linguagem. Desse modo a linguagem musical chega a
ser um conhecimento que se constrói e possui estruturas e características
próprias como a produção e a apreciação.
A música é importante na vida de todos,
pois ela expressa sentimentos, vontades, culturas. Ela pode se transformar num
ótimo objeto de ensino-aprendizagem, pois as crianças conseguem se expressar
com facilidade através da música, que é tida como a primeira manifestação
artística vivenciada pelo homem.
“O
processo musical ainda continua lento nas escolas, que a linguagem musical
centra-se nas datas comemorativas e no convívio da rotina e não em atividades
de experimentar, improvisar, conhecer esse universo de sons, para contribuir
com a aprendizagem das crianças”. (Teca Alencar de Brito 2004),
As
atividades musicais realizadas na escola não visam a formação de músicos, e
sim, através da vivência e compreensão da linguagem musical, propiciar a
abertura de canais sensoriais, facilitando a expressão de emoções, ampliando a
cultura geral e contribuindo para a formação integral do ser.
A esse respeito Katsch e
Merle-Fishman apud Bréscia (2003, p.60) afirmam que “[...] a música pode
melhorar o desempenho e a concentração, além de ter um impacto positivo na
aprendizagem de matemática, leitura e outras habilidades lingüísticas nas
crianças”.
De acordo com pesquisas citadas
por Brito (1999), a música é considerada uma das formas mais enriquecedoras de
se trabalhar com a criança, uma vez que desenvolve inúmeros aspectos que
contribuem para desenvolver o raciocínio, em especial as questões reflexivas.
Na infância, a música representa papel de extrema importância, desenvolvendo um
trabalho no qual a percepção musical é estimulada pela audição e interação com
diversos tipos de canções.
Ligar
a música e o movimento, utilizando a dança ou a expressão corporal, pode
contribuir para que algumas crianças, em situação difícil na escola, possam se
adaptar (inibição psicomotora, debilidade psicomotora, instabilidade
psicomotora, etc.). Por isso é tão importante a escola se tornar um ambiente
alegre, favorável ao desenvolvimento.
As
atividades musicais na escola podem ter objetivos profiláticos, nos seguintes aspectos,
Gainza (1988):
Físico: oferecendo
atividades capazes de promover o alívio de tensões devidas à instabilidade
emocional e fadiga;
Psíquico: promovendo
processos de expressão, comunicação e descarga emocional através do estímulo
musical e sonoro;
Mental:
proporcionando situações que possam contribuir para
estimular e desenvolver o sentido da ordem, harmonia, organização e
compreensão.
As
atividades com música permitem que a criança conheça melhor a si mesma,
desenvolva sua noção de esquema corporal e também permitem a comunicação com o
outro. Weigel (1988), Pasini (2006) e Barreto (2000) afirmam que estas
atividades podem contribuir de maneira indelével como reforço no
desenvolvimento cognitivo, psicomotor e sócio-afetivo da criança, da forma
descrita a seguir:
a.
Desenvolvimento Cognitivo: a fonte de conhecimento da criança são as situações
que ela tem oportunidade de experimentar em seu dia-a-dia. Dessa forma, quanto
maior a riqueza de estímulos que ela receber melhor será seu desenvolvimento
intelectual. Nesse sentido, as experiências rítmico-musicais, que permitem uma
participação ativa (vendo, ouvindo, tocando) favorecem o desenvolvimento dos
sentidos das crianças. Ao trabalhar com os sons ela desenvolve sua acuidade
auditiva.
b.
Desenvolvimento Psicomotor: as atividades musicais oferecem inúmeras
oportunidades para que a criança aprimore sua habilidade motora, aprenda a
controlar seus músculos e mova-se com desenvoltura. O ritmo tem um papel
importante na formação e equilíbrio do sistema nervoso. Isto porque toda
expressão musical ativa age sobre a mente, favorecendo a descarga emocional, a
reação motora e aliviando as tensões.
As
atividades como cantar fazendo gestos, dançar, bater palmas, bater pés, são
experiências importantes para a criança, pois elas permitem que se desenvolva o
senso rítmico, a coordenação motora, fatores imprescindíveis também para o
processo de aquisição da leitura e da escrita.
c.
Desenvolvimento sócio-afetivo: A criança aos poucos vai formando sua
identidade, percebendo-se diferente dos outros e ao mesmo tempo buscando
integrar-se no contexto em que vive. Nesse processo a auto-estima e a
auto-realização desempenham um papel relevante. As atividades musicais
coletivas, por exemplo, favorecem o desenvolvimento da socialização,
estimulando a compreensão, a participação e a cooperação. Ao expressar-se
musicalmente em atividades que lhe dêem prazer, ela demonstra seus sentimentos,
libera suas emoções, desenvolvendo um sentimento de segurança e
auto-realização.
«A música é adorável porque nos faz bem, ajuda-nos, oferece-nos algo
especial que todos necessitamos: O bebé para de chorar e sorri quando se lhe
canta; as crianças, os jovens e os adultos recorrem à música para dormirem,
para estudar, para acordar, para trabalhar, para se entreter, relaxar...».(
Violeta H. de Gainza 2001:8)
O
relaxamento propiciado pela atividade de cantar também contribui com a
aprendizagem. “O relaxamento depende da concentração e por isso só já possui um
grande alcance na educação de crianças dispersivas, na reeducação de crianças
ditas hiperativas e na terapia de pessoas ansiosas ”. Comenta ainda que
crianças com problemas de adaptação geralmente apresentam respiração curta e
pela boca, o que dificulta a atenção concentrada, já que esta depende do
controle respiratório. Barreto (2000, p. 109)
A
música é um veículo expressivo para o alívio da tensão emocional, superando
dificuldades de fala e de linguagem. Assim como as atividades de musicalização
a prática do canto também traz benefícios para a aprendizagem, por isso deveria
ser mais explorada na escola. Bréscia (2003) afirma que cantar pode ser um
excelente companheiro de aprendizagem, contribui com a socialização, na
aprendizagem de conceitos e descoberta do mundo. Tanto no ensino das matérias
quanto nos recreios cantar pode ser um veículo de compreensão, memorização ou
expressão das emoções.
A música
tem o poder de estimular prazerosamente a criança, principalmente quando
desenvolvida de maneira lúdica, estimulando as mais diversas emoções. Uma
pratica que abra caminhos a um fazer criativo, que propicie a construção de conceitos
significativos através do reconhecimento, exploração e utilização de sons e
ritmos do repertório natural e cultural, bem como a criação de diversos outros,
por meio de jogos e atividades afins (Matos, 1998, p. 5).
A
música precisa ser oferecida como brincadeira, porque exige que se pare para
ouvir, o que desenvolve a disciplina, a atenção e o raciocínio. A educação pelo
lúdico leva a uma aprendizagem espontânea, a um maior interesse e ao aumento da
autoconfiança. É brincando que a ela convive com os medos, as raivas,
ansiedades e estabelece o equilíbrio entre o mundo externo e interno desenvolvendo
assim sua personalidade.
Brincando,
a criança aprende. Toda e qualquer brincadeira cantada, deve ser entendida como
um complemento à educação, a ludicidade ao desenvolvimento rítmico, musical e
gestual.
Cauduro
(1989, p.14) diz que:
“A implantação
de novas estratégias lúdico-musicais e suas múltiplas facetas como o canto, os folguedos
cantados, o movimento ritmado e expressivo, a percussão corporal e instrumental,
a improvisação e declamação ritmada, contribuem no desenvolvimento
ensino-aprendizagem, por ser nesta etapa da vida escolar que suas percepções,
sua atenção e sua memória estão mais receptivas a todo tipo de estímulo e
informação”.
Portanto,
as atividades lúdicas são uma parte necessária das experiências de crescimento
da criança; são maneiras de liberar energia e dar oportunidade a criança de planejar,
organizar e produzir, oferecendo-lhe também lições de valor, que ela aprende a lidar
com outras crianças de sua idade. Nesse
sentido faz-se necessária a sensibilização dos educadores para despertar a
conscientização quanto às possibilidades da música para favorecer o bem-estar e
o crescimento do saber dos alunos, pois ela fala diretamente ao corpo, à mente
e às emoções.
Conclusão
Foi
possível descobrir o quanto à música pode servir como instrumento indispensável
tanto na aprendizagem, nas relações sociais, no desenvolvimento e na vida das
crianças. Através da música e a implementação do lúdico como caráter recreativo
deve cada vez mais se fazer presente em todas as escolas. A presença de
momentos lúdico-musicais na vida escolar leva a criança a grandes descobertas, a
autossuficiência, à expressividade, além de ser um poderoso meio de integração
social.
REFERÊNCIAS
BARRETO, Sidirley de Jesus. Psicomotricidade: educação e
reeducação. 2. ed. Blumenau: Acadêmica, 2000.
BRÉSCIA, Vera Lúcia Pessagno. Educação Musical:
bases psicológicas e ação preventiva. São Paulo: Átomo, 2003.
BRITO, Teca
Alencar de. Música na Educação Infantil. (Propostas para a formação integral da
criança). Ed. Peirópolis, 2004
CAUDURO, V. R. P, Iniciação
musical na idade pré-escolar. Porto Alegre.Sagra. 1989.
GAINZA, Violeta Hemsy de. Estudos de Psicopedagogia Musical. 3. ed. São Paulo:
Summus, 1988.
MATOS, S (org.) Cantando, Brincando,
Sonhando. Piracicaba. Eletrônico-1998
PARISI,
M. (2006). Música e Educação: Um Casamento que dá Certo.
SITE, INTERNET.
(Projetos
Pedagógicos Dinâmicos)
WEIGEL, A. M. G. (1988). Brincando de Música.: Experiências com Sons,
Ritmos, Música e Movimentos na Pré-Escola. Porto Alegre: Kuarup.
Artigo: Pais Ausentes
Pais Ausentes
( Elizabeth Schurnovski)
É preciso pensarmos que o
tempo que passamos com nossos filhos, mesmo que pouco, deve ser produtivo e
deixar marcas de nossa educação. Corremos o risco de formarmos uma geração
alienada em tecnologia ao passo que deve ser pensado na educação voltada para
valores éticos, morais, valores que há tempo a sociedade vem deixando de
lado. Em virtude da carga horária
dedicada ao trabalho, deixamos a convivência educacional aos cuidados da
escola.
Esta
necessidade familiar gerou um sentimento de culpa nos pais, que, para compensar
tais circunstâncias, acabam sendo permissivos em demasia com os seus filhos,
impedindo, por conseguinte, momentos de se educar e proporcionar os valores que
devem ser seguidos; derivados dos próprios valores existentes nos pais e na
constituição da personalidade da criança. Contudo, abre-se nova polêmica neste
rastro de educação sem limites, ao lembrarmos que muitos pais com filhos hoje
adolescentes e outros adultos vêm de uma geração na qual pregou por muitos anos
a ideia de que a liberdade total era a melhor saída, contrapondo à ideia de
repressão sócio histórica vivida por eles em sua juventude, o que acarretou em
juízo de valores distorcido, vindo de um radicalismo social para outro, sem
fazer "escola" desta forma de se educar. Não houve ponderação e consequentemente
faltou um plano mediano que fosse sendo ajustado à medida que as demandas
surgissem. Simplesmente foi-se estabelecendo este modelo de educação até o
momento em que se evidenciaram os desastrosos resultado
Hoje, essa expressão ganhou
destaque, principalmente, porque muitas escolas e muitos profissionais passaram
a creditar o comportamento indisciplinado, ou desinteressado dos estudos, de
crianças e adolescentes ao que eles chamam de pais ausentes. Traduzindo: pais
ausentes, na concepção quase geral hoje em dia, são os pais que trabalham, e
bastante, fora de casa e, por isso, quase não têm tempo para estar com os
filhos, acompanhar o desenvolvimento deles, orientá-los sempre que for preciso,
ensinar valores morais e de convívio etc.
Relações
Pais e Filhos
As relações familiares e o carinho dos pais
exercem grande influência sobre a evolução dos filhos, em que a inteligência
não se desenvolve sem a afetividade. (Segundo Almeida, 1999, p.50).
Isso mostra que estar presente na vida dos
filhos é muito importante: sentar com eles; contar uma história; contar as
vitórias e as derrotas da vida; deixar que eles façam parte do seu mundo. É
muito importante também que os pais brinquem com seus filhos: role no tapete,
jogue bola e participe do seu dia – a – dia, essa afetividade pode trazer
grandes benefícios para a aprendizagem escolar da criança.
Mas
sempre há os que resistem. Os que delegam toda a responsabilidade aos
professores são os que trazem mais problemas. Costumam não aceitar críticas e
apoiam os filhos em atitudes indisciplinadas. São os que pedem que não sejam
aplicadas provas às segundas-feiras para viajar no fim de semana ou sugerem que
se enforquem feriados para que seus filhos não corram o risco de perder
matéria. Se o pai faz esse tipo de reclamação, a escola se enfraquece e o jovem
sem limites se fortalece.
Falta de Limites
Alguns pais não têm noção do
mal que causam aos seus filhos quando não estabelecem limites para eles, atendendo
todos os seus desejos sem questioná-los, crianças que não sabem controlar suas
vontades, provavelmente não saberão lidar com problemas corriqueiros do seu
dia-a-dia. Segundo Içami Tiba (195, p. 43) Quando falha o grande controlador,
que é a família, representada na figura dos pais, os abusos começam a
acontecer. E, quando um abuso é bem sucedido, ele se estende para social, na
delinquência. Quando a família deixa o filho fazer sempre suas vontades, este
com certeza criará problemas futuros., essa forma de educar os filhos, baseado
no amor incondicional sem estabelecer as devidas restrições, dizendo com
firmeza não e sim na hora certa, com explicações moderadas e objetivas estão
levando as crianças a se tornarem jovens automaticamente dependentes, sem
autocontrole e inseguros, incapazes de solucionar problemas que surgem na
dinâmica de sua própria vida, sem perspectiva de uma vida futura progressiva,
sem realizações enriquecedoras e positivas
Os Porquês da Ausência
Muitas são as razões da ausência dos pais na vida escolar dos filhos. Deve-se lembrar que, nos dias de hoje, o pai está AUSENTE não somente por condições de morte ou separação. Em muitas famílias, temos pais que, mesmo vivos e casados, se encontram ausentes, não participando da vida familiar, em virtude da carga horária dedicada ao trabalho, deixando a convivência educacional aos cuidados da escola, desde os primeiros momentos, nas creches e nas instituições educacionais, do governo ou particulares.
Muitas são as razões da ausência dos pais na vida escolar dos filhos. Deve-se lembrar que, nos dias de hoje, o pai está AUSENTE não somente por condições de morte ou separação. Em muitas famílias, temos pais que, mesmo vivos e casados, se encontram ausentes, não participando da vida familiar, em virtude da carga horária dedicada ao trabalho, deixando a convivência educacional aos cuidados da escola, desde os primeiros momentos, nas creches e nas instituições educacionais, do governo ou particulares.
Existem
pais que ficam 24 horas perto dos filhos e ainda conseguem ser ausentes, não possuem
menor tato com as crianças, externando assim a falta de preparo emocional,
intelectual e de outras ordens afim.
Conclusão
Estar
presente é muito mais que uma conversa rara com os professores. Na verdade, a
presença na vida escolar começa em casa através de conversas informais sobre a
importância dos estudos, o acompanhamento nas tarefas de casa, o incentivo à
leitura com muito amor e diálogo mesclados com o lúdico que toda a criança
adora.
"Um
pai ou uma mãe que engole os próprios princípios e se cala a cada malcriação dá
um atestado de que não se respeita, e os filhos entendem isso como um sinal
para que não o respeitem também." (Içami Tiba, 2003).
O presente mais valioso que os
pais podem dar aos filhos é este: uma presença humanizadora, firme, afetiva e
efetiva, constante, orientadora, que é o que permite aos filhos que reconheçam
seu mundo interior e identifiquem os limites e o potencial do mundo exterior.
Assim, eles aprendem a se situar na configuração social em que vão viver e
conviver: a partir da família.
Mas será que uma mãe, por exemplo, que não tem
um emprego, que não tem carreira ou vida profissional é, necessariamente, uma
mãe presente? E um pai que trabalha mais de dez horas diárias? Ele não pode de
modo nenhum ser um pai presente? Fica a duvida !
PLANO DE AULA BERÇÁRIO I
PLANO DE AULA BERÇÁRIO I
1-ATIVIDADE: Brincadeiras
Motoras.
OBJETIVOS: Fortalecer os músculos.
Desenvolver a coordenação motora.
Estratégia/Metodologia:
Deitar de costas e
colocar o bebê sobre a barriga levantar a criança no ar, segurando pelo
tronco e aproximando do rosto. Realizar
exercícios motores com o grupo, uma criança por vez, falar com a criança nesse
momento tornando a atividade prazerosa.
Recursos:
humanos
Avaliação:
Será através da observação. Se alguma criança
não conseguir realizar determinada proposta,
2-Atividade :
Andar sobre bola
Objetivos:
Inserir atividades físicas regulares na rotina das crianças.
Desenvolver habilidades corporais variadas
Estratégia/Metodologia:
Enfileirar bolas e auxiliar as crianças a passar os pés por cima
delas - primeiro o direito, depois do esquerdo e assim por diante.
Recursos: humanos e bolas.
Avaliação: Será
através da observação. Se alguma criança não conseguir realizar determinada
proposta.
3-Vamos cantar?
Objetivos: Estimular o contato com a música.
Desenvolver a percepção auditiva
Estratégia/Metodologia:
Além de estimular o ouvir, mostre à criança como acompanhar
o som – batendo palmas, por exemplo, ou até mesmo cantando.
Recurso: Aparelho de som e CDs variados.
Avaliação: Será
através da observação. Se alguma criança não conseguir realizar determinada
proposta.
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